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	<title>Espaço da Pedagoga - Zig Zig Zaa</title>
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		<title>A dupla via da aprendizagem dos limites</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 13:48:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Existe uma dupla via para a aprendizagem dos limites! A criança ao nascer é inserida no seu primeiro contexto social que é a família. A família, hoje, se apresenta com diferentes configurações. Grande parte delas necessita de orientações, principalmente aquelas que se encontram em grande situação de vulnerabilidade social e emocional. É nesta família que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/FDALxoPjDVQ" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Existe uma dupla via para a aprendizagem dos limites! A criança ao nascer é inserida no seu primeiro contexto social que é a família. <span id="more-491"></span>A família, hoje, se apresenta com diferentes configurações. Grande parte delas necessita de orientações, principalmente aquelas que se encontram em grande situação de vulnerabilidade social e emocional.</p>
<p>É nesta família que o bebê realiza as suas primeiras experiências, que devem ser vivenciadas com muita segurança e afeto.<br />
Os pais devem entender a importância da sua presença na vida da criança e que, desta relação, ambos aprenderão.</p>
<p>A criança deve sentir que pertence a um grupo familiar. Pai e mãe devem estar presentes para a primeira grande tarefa afetiva, coloquial e não autoritária de introduzir rotinas e organização.</p>
<p>Cabe aos pais o elogio, propor, não exigir e punir e, sim, ensinar de maneira positiva, encorajando e encaminhando os filhos. Amar é, sem dúvida, uma permanente aprendizagem para pais e filhos.</p>
<p>Amar é propor e passa pela prática de aprender o valor do silêncio, do exemplo, do ritual dos limites, do saber a quem pertencemos e, deste modo, alcançar uma educação com ética, cidadania e humanismo.</p>
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		<title>O perfil do leitor brasileiro</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 11:19:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Pró-livro, em pesquisa realizada recentemente, revela dados significativos do perfil do leitor brasileiro que poderão intervir nas políticas públicas de incentivo à leitura. Segundo a pesquisa, os brasileiros têm utilizado diferentes formas de busca por livros: - Elevou-se o número dos compradores de livros. - A utilização da estratégia dos contatos interpessoais tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>O Instituto Pró-livro, em pesquisa realizada recentemente, revela dados significativos do perfil do leitor brasileiro que poderão intervir nas políticas públicas de incentivo à leitura. <span id="more-486"></span></p>
<p>Segundo a pesquisa, os brasileiros têm utilizado diferentes formas de busca por livros:<br />
- Elevou-se o número dos compradores de livros.<br />
- A utilização da estratégia dos contatos interpessoais tem os amigos como indicadores de referência e também para a solicitação de empréstimos. Segundo a pesquisa, o empréstimo está suprindo parte das deficiências das bibliotecas.<br />
- Essas relações interpessoais se revelam também no fato de muitas pessoas ganharem livros de presente (88% das pessoas afirmaram isso).<br />
- Em contraposição aos empréstimos, 5% dos livros lidos foram &#8220;xerocados&#8221;, sendo outro evidente sintoma da deficiência das bibliotecas. O componente &#8220;renda&#8221; deixa claro que os livros estão caros e, se fossem mais baratos, haveria mais compradores.<br />
Quanto aos dados, esses ainda revelam que são necessários movimentos da sociedade e do governo para o incentivo e a expansão do número de leitores, tais como:<br />
- Campanhas para adoção do livro como presente deveriam estar na pauta de editores e livreiros.<br />
- Destinação de livros de pessoas físicas a bibliotecas.<br />
- O esforço para a criação de bibliotecas  e  o equipamento das mesmas. A população não usa mais as bibliotecas porque estas estão muito abaixo do mínimo de qualidade e quantidade de acervo e serviços desejáveis, isso se reflete nos índices de leitura.<br />
- O Programa Nacional do Livro Didático para 2014, que incluirá materiais digitais com possível distribuição pelo MEC.</p>
<p>Essa pesquisa revelou ainda que, quanto aos gêneros na escolha dos livros, a escola tem uma influência que se revela pela indicação dos livros didáticos, literatura infantil e juvenil, poesia e enciclopédias, assim como livros técnicos, todos fortemente vinculados às atividades escolares e às leituras determinadas por professores. Culinária, artesanato, assuntos práticos e viagens revelam um interesse utilitário dos leitores. Finalmente, romances e as categorias restantes é que denotam o interesse pela leitura desvinculada dos aspectos profissionais ou acadêmicos. </p>
<p>Embora os leitores tenham declarado que utilizam a leitura como elemento de prazer, a demanda de procura revela que os brasileiros têm a leitura ainda por necessidades práticas e, quando são solicitadas por outrem, como tarefa obrigatória.<br />
É necessário que a leitura seja intensificada nas escolas e na mídia,  que  torne-se  um instrumento de maior socialização entre as crianças, jovens e adultos nas diferentes esferas da sociedade.</p>
<p>A leitura como as artes têm uma função humanizadora, que, ao sensibilizar os leitores, desconstrói mitos, refina os olhares, universaliza valores e torna o cidadão mais crítico e socializado.</p>
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		<title>COMO ORGANIZAR CANTINHOS DO BRINCAR</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 12:08:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, hoje vamos apresentar algumas sugestões para organizar o cantinho do brincar. A organização do quarto da criança inclui os espaços para os brinquedos, onde a criança possa alcançá-los e também dispor de espaço para brincar. Não há necessidade de grandes investimentos e, sim, de dedicação. Sugerimos: - Uma estante baixa ou mesmo caixas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/Z_Pg3bwEnC4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Olá, hoje vamos apresentar algumas sugestões para organizar o cantinho do brincar.<br />
A organização do quarto da criança inclui os espaços para os brinquedos, onde a criança possa alcançá-los e também dispor de espaço para brincar.<span id="more-480"></span></p>
<p>Não há necessidade de grandes investimentos e, sim, de dedicação. Sugerimos:</p>
<p>- Uma estante baixa ou mesmo caixas de brinquedos organizadoras por temáticas, bem coloridas e, claro, um tapete para a que a criança possa brincar.<br />
- Literatura infantil contendo livros com muitas gravuras e texturas. Dispor de fantoches ou dedoches para a criança contar e viver os personagens. Interessante também são roupas e adereços para as crianças vestirem e brincarem muito.<br />
- Kits de brinquedos que incentivem as brincadeiras das representações: material de uma casinha, materiais de profissões, onde o brincar terá a vez do faz de contas. As crianças representarão muitos papéis, tomando, às vezes, o papel dos pais, dos professores e de outros personagens, inclusive das historinhas que já conhece.<br />
- Coleção de materiais recicláveis para que a criança desenvolva a sua criatividade, construindo seus próprios brinquedos, montando maquetes e outros.</p>
<p>Como última sugestão, fica a proposta de você destinar parte do seu tempo e entrar na brincadeira com seu filho. Temos certeza que ambos se divertirão.<br />
Me esperem na próxima semana!</p>
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		<title>AUTISMO</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 20:47:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O autismo é um distúrbio do desenvolvimento que é diagnosticado através do comportamento da criança, ou seja, como ela age e o que ela faz. Especialmente em três áreas podem ocorrer esses distúrbios de comportamento: - Na relação social (não faz amigos, fica muito sozinha), não entende as brincadeiras. - Na dificuldade de comunicação (se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O autismo é um distúrbio do desenvolvimento que é diagnosticado através do comportamento da criança, ou seja, como ela age e o que ela faz.<span id="more-474"></span> Especialmente em três áreas podem ocorrer esses distúrbios de comportamento: </p>
<p>- Na relação social (não faz amigos, fica muito sozinha), não entende as brincadeiras.<br />
- Na dificuldade de comunicação (se fala, repete o que os outros falam, toma tudo ao pé-da-letra), tem dificuldade para se fazer compreender pelos outros.<br />
- Nas atividades de vida diária, apresenta comportamento rotineiro (tem uma maneira própria de se comportar, tanto em casa como na escola, veste sempre as mesmas roupas, come as mesmas comidas, tem que ser tudo sempre do mesmo jeito).<br />
- No comportamento, apresenta, algumas vezes, rigidez, agressividade, agitação.<br />
- No atraso no desenvolvimento, comprometendo, muitas vezes, o controle do esfíncter.</p>
<p>Normalmente, são os pais que observam algo diferente com seu filho, quando se mostra indiferente aos estímulos e às brincadeiras, mantendo a atenção focada em determinados objetos, sintomas que aparecem antes dos 3 anos de idade. Acomete cerca de 20 entre 10 mil nascidos e é quatro vezes maior no sexo masculino.</p>
<p>Segundo a ASA (Autism Society of American), são considerados autistas os indivíduos que apresentam pelo menos 50% das características desta listagem:<br />
1.	 Dificuldade de relacionamento com outras crianças<br />
2.	 Riso inapropriado<br />
3.	 Pouco ou nenhum contato visual<br />
4.	 Aparente insensibilidade à dor<br />
5.	 Preferência pela solidão, modos arredios<br />
6.	 Rotação de objetos<br />
7.	 Inapropriada fixação em objetos<br />
8.	 Perceptível hiperatividade ou extrema inatividade<br />
9.	 Ausência de resposta aos métodos normais de ensino<br />
10.	 Insistência em repetição, resistência à mudança de rotina<br />
11.	 Não tem real medo do perigo (consciência de situações que envolvam perigo)<br />
12.	 Procedimento com poses bizarras (fixar objeto, ficando de cócoras; colocar-se de pé numa perna só; impedir a passagem por uma porta, somente liberando-a após tocar de uma determina maneira os alisares)<br />
13.	Ecolalia (repete palavras ou frases em lugar da linguagem normal)<br />
14.	Recusa colo ou afagos<br />
15.	Age como se estivesse surdo<br />
16.	Dificuldade em expressar necessidades – usa gesticular e apontar no lugar de palavras<br />
17.	Acessos de raiva – demonstra extrema aflição sem razão aparente<br />
18.	Irregular habilidade motora – pode não querer chutar bola, mas pode arrumar blocos</p>
<p>Sempre que convivemos com uma criança especial, especialmente uma criança autista, precisamos entender como lidar com ela, como ela se comunica, devemos entender o que significa ter um diagnóstico autista e quais as suas consequências. Esta criança precisa, após estabelecer o diagnóstico, de profissionais para o seu acompanhamento e para orientação aos familiares. </p>
<p>Portanto, para lidar com crianças autistas, devemos conhecer não só o seu comportamento, como entender que elas compreendem o mundo de modo diferente das outras pessoas. </p>
<p>As pessoas que convivem com uma criança autista precisam estar conscientes de que é muito difícil para ela compreender instruções em grupo, por isso, toda a instrução precisa, sempre que possível, ser individual e antecipada, pois elas têm dificuldade de conviver com situações novas. </p>
<p>De modo geral, o autista não aprende de maneira espontânea, interagindo com o meio ambiente como as outras pessoas. A sua aprendizagem leva tempo e muito esforço. O ensino precisa ser concreto, rotineiro e é recomendável o uso de figuras, fotos, imagens de um modo geral em lugar de textos ou instruções verbais para estabelecer comunicação.</p>
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		<title>Hora do Sono</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 18:21:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Olá, vamos falar do sono da criança. Uma noite de sono é essencial para o desenvolvimento saudável da criança. Ela fica mais feliz e preparada para as atividades do seu dia a dia. Com o reinício das atividades escolares, o sono tem grande importância, pois o desempenho físico e mental está diretamente ligado a uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-469"></span><br />
<iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/_Dz29na3RZ0?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Olá, vamos falar do sono da criança.<br />
Uma noite de sono é essencial para o desenvolvimento saudável da criança. Ela fica mais feliz e preparada para as atividades do seu dia a dia.<br />
Com o reinício das atividades escolares, o sono tem grande importância, pois o desempenho físico e mental está diretamente ligado a uma boa noite de sono tranquilo. Para os pais garantirem um sono reparador, indicamos algumas sugestões:</p>
<p>- Estabelecer uma rotina, especialmente horários e alguns rituais, para que a criança tenha uma noite de sono tranquilo: um bom banho, contação de estória e principalmente o carinho dos pais.<br />
- Respeitar preferencialmente o relógio biológico das crianças, que é o de acordar cedo com o sol e dormir próximo às 20 horas.<br />
- Evitar barulhos de TV, som e luzes em excesso que prejudicam a qualidade do sono.</p>
<p>As crianças devem preferencialmente dormir nos seus próprios quartos, em berços espaçosos e confortáveis, com roupas adequadas, folgadas e simples. Seu filho precisa dormir quentinho, pois as crianças pequenas se descobrem facilmente.<br />
O ato de dormir possibilita descansar o corpo, recuperar energias e restaurar a memória. Toda criança que tem bons hábitos de vida diária, incluindo um bom sono reparador, consegue uma vida mais equilibrada e saudável.</p>
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		<title>Bebetecas</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 18:11:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma bebeteca contempla livros emborrachados, de pano, de papelão duro, contendo figuras e personagens grandes cheios de expressões, muitas vezes tridimensionais e cheios de sensorialidade! Os livros devem estar presentes na vida das crianças assim como os brinquedos. Devem ser apresentados de formas diferenciadas em momentos diversos utilizando objetos, personagens, fantoches, com interlocução das crianças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-456"></span><br />
<iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/c5EuO8idgtI?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Uma bebeteca contempla livros emborrachados, de pano, de papelão duro, contendo figuras e personagens grandes cheios de expressões, muitas vezes tridimensionais e cheios de sensorialidade!</p>
<p>Os livros devem estar presentes na vida das crianças assim como os brinquedos. Devem ser apresentados de formas diferenciadas em momentos diversos utilizando objetos, personagens, fantoches, com interlocução das crianças explorando os livros livremente, sentados no chão, sozinhos ou em grupos e até na hora do banho.</p>
<p>Segundo a UNESCO as bibliotecas têm por finalidade “criar e consolidar os hábitos de leitura nas crianças desde os primeiros   anos “.<br />
O que fascina as crianças são coisas que moram dentro dos livros, os contos de fadas, as fantasias, as aventuras, as brincadeiras, as mágicas, os contos folclóricos enfim, as histórias.</p>
<p>Os educadores têm uma função muito importante como mediadores simulando estar vivendo com a criança as descobertas e facilitando a interlocução: fazendo perguntas, deixando a criança livre para usar sua imaginação.</p>
<p>A organização do espaço com tapetes e almofadas, a escolha de livros coloridos com riqueza de fotos e representações, boa iluminação, um clima agradável sem coação, permite a criança criar estreitos laços com a literatura dando asas a sua imaginação.</p>
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		<title>Psicopedagogia em foco</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 14:31:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[A psicopedagogia vem integrar ao processo de educação áreas do conhecimento que lembram ao educador pensar na criança enquanto sujeito de aprendizagem, levando em conta também os seus aspectos emocionais. Dentro dessa perspectiva, o educar inclui acolher, acreditar, intervir, ensinar, promover, dialogar e projetar vidas. “Tem caixa lúdica? Tem, tem tinta, cores, tesoura, papel colorido, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A psicopedagogia vem integrar ao processo de educação áreas do conhecimento que lembram ao educador pensar na criança enquanto sujeito de aprendizagem, levando em conta também os seus aspectos emocionais.<br />
<span id="more-464"></span><br />
Dentro dessa perspectiva, o educar inclui acolher, acreditar, intervir, ensinar, promover, dialogar e projetar vidas.</p>
<p><em>“Tem caixa lúdica? Tem, tem tinta, cores, tesoura, papel colorido, livro com flores, bonecos, carrinhos&#8230; Carinho. Tem tempo para avaliar e tempo de intervir, deixar fluir! Tem aprendente, tem ensinante formando o par educativo. Tem um sujeito cujo desejo de aprender alguém roubou. Tem anamnese, histórias compridas, de vidas sofridas, histórias sem fim. Psicopedagogia, fazer feito de fala, escuta e afeto; saber, que se acha nas linhas e nas entrelinhas do que se diz. Psicopedagogia: um jeito de ser e fazer feliz“. (autor desconhecido)</em></p>
<p>A psicopedagogia busca encantar a criança para construir o conhecimento de maneira instigadora, criativa e produtiva. Ao mesmo tempo, propõe criar habilidades e atitudes proativas e inovadoras.</p>
<p>O psicopedagogo se coloca como mediador e é vital que recupere a alegria e o sentido lúdico da aprendizagem, assim como estimular a curiosidade, a capacidade do assombro, a criatividade, as fantasias e o prazer, opõe-se ao processo de ensino autoritário e opressivo. Os alunos não são objetos e, sim, sujeitos do processo de</p>
<p>O principal papel do educador é buscar o prazer e o gosto das crianças pelo aprender, saber lidar e manejar com as questões subjetivas, melhorar as relações interpessoais e a autoestima, usando como estratégia facilitadora a auto e hetero avaliação. Tem maior relevância o processo educativo que o resultado ou produto final.</p>
<p>Segundo a Declaração Mundial sobre Educação para Todos (1999), <em>“Toda pessoa criança, adolescente ou adulto deve beneficiar-se de uma formação concebida para atender às necessidades educativas fundamentais. Essas necessidades dizem respeito tanto aos instrumentos essenciais de aprendizagem (leitura, escrita, expressão oral, cálculo, resolução de problemas), como os conteúdos fundamentais (conhecimentos, aptidões, valores e atitudes) de que todo ser humano tem necessidade para sobreviver, desenvolver suas faculdades, viver e trabalhar com dignidade, participar plenamente no desenvolvimento, melhorar a sua qualidade de existência, tomar decisões esclarecidas e continuar a aprender”</em>.</p>
<p>Portanto, o foco no atendimento psicopedagógico é o atendimento à criança, buscando desenvolver todo o seu potencial para que, ao motivar-se pelo aprender, mantenha essa atitude ao longo de sua vida.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Compreendendo o comportamento impulsivo das crianças</title>
		<link>http://www.zigzigzaa.com.br/espaco-da-pedagoga/compreendendo-o-comportamento-impulsivo-das-criancas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=compreendendo-o-comportamento-impulsivo-das-criancas</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 11:39:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Lidar harmoniosamente com as crianças, mesmo quando elas apresentam comportamento impulsivo, requer conhecimento sobre o desenvolvimento infantil. Quando a criança atinge os 2 anos, ela apresenta certo grau de autonomia, passando a desafiar os pais em suas atividades exploratórias, o que torna estressante a relação entre eles. De 0 aos 2 anos, quando batem, empurram, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lidar harmoniosamente com as crianças, mesmo quando elas apresentam comportamento impulsivo, requer conhecimento sobre o desenvolvimento infantil. <span id="more-459"></span></p>
<p>Quando a criança atinge os 2 anos, ela apresenta certo grau de autonomia, passando a desafiar os pais em suas atividades exploratórias, o que torna estressante a relação entre eles. </p>
<p>De 0 aos 2 anos, quando batem, empurram, fazem birra e mordem não existe intencionalidade e, sim, reações próprias do seu estágio de egocentrismo. </p>
<p>É necessário compreender o desenvolvimento infantil nestes primeiros anos. As crianças agem sobre fortes impulsos, buscam explorar os espaços e brinquedos de modo muito próprio e egocêntrico. Estão explorando o próprio corpo, os objetos, conhecendo, relacionando-se com o mundo e estruturando seu próprio ego. Ao mesmo tempo, sofrem as pressões das pessoas com quem convivem, são sobrecarregadas pelo excesso de cobrança, o que resulta em uma alta incidência de estresse e solidão da criança. </p>
<p>A criança nessa fase compreenderá e acatará melhor uma orientação, quando esta vem de forma afetiva e proativa, indicando uma atividade prazeroza. A criança só terá condição de entender uma repreensão e fazer uma crítica dos seus erros a partir dos 8 ou 9 anos. </p>
<p>Quando algo vem tirá-la do seu momento lúdico, reage se defendendo, às vezes mordendo ou agindo fortemente com agressividade. </p>
<p>Frente a essas reações, temos que saber que estão em evidência diferentes fatores: o desenvolvimento infantil propriamente dito, o meio físico, espaços restritos, rotinas, estímulos em excessos, pressão social de repreensão e autoritarismo do adulto. </p>
<p>Se entendermos que a criança está estruturando o seu eu interno, temos que optar por algo que diga respeito à formação de sua autonomia. Organize a rotina para que relações mais harmoniosas ocorram:</p>
<p>• Comunique-se de forma lúdica, usando os personagens favoritos das crianças. É mais divertido do que sermões para que a criança identifique o certo e o errado.<br />
• Procure propor novas ações e elogiar mais que repreender.<br />
• Os conflitos diminuem quando os pequenos brincam em espaços mais amplos e com materiais grandes, como caixas, bolas, parquinho e cabaninhas.<br />
• Mantenha uma boa relação, dando oportunidade de escolher: exemplificando sapato ou roupa, indicando algumas opções, sugerindo de acordo com clima e ambiente, respeitando o seu gosto pessoal.<br />
• Ensine a escolher e cuidar das roupas e objetos pessoais dela e dos outros de forma lúdica, ensinando a classificar objetos, brinquedos e roupas por cores, espécies, tamanhos etc.<br />
• Estabeleça horários reduzidos para assistir a programas infantis na TV e tempo para brincadeiras livres, de preferência em espaços mais abertos.</p>
<p>A partir dos 4 anos, inicia-se, gradativamente, a aprendizagem de regras sociais simples, como esperar a vez, brincar socializando seus brinquedos. A linguagem permite este entendimento e compreensão. Importante é que observemos que as atitudes e os gestos agressivos das crianças são uma linguagem que, como qualquer outra, precisa ser compreendida.</p>
<p>Lembrar que as crianças têm os adultos como referência, nossas atitudes são modelos. Um ambiente e um tempo livre para o lúdico, com menos gerenciamento das brincadeiras, permite que a criança democraticamente apreenda a conviver e estabelecer as primeiras relações interpessoais. O dialogo, as negociações e as regras contribuirão para uma vivência em harmonia.</p>
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		<title>Fazer música estimula a inteligência</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 12:09:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As crianças se sentem atraídas pelo mundo dos sons: a voz humana, uma canção cantada aos seus ouvidos, os sons da natureza, dos animais e pássaros, cantigas de ninar, músicas infantis, clássicas e contemporâneas. Todo o repertório oferecido às crianças permite reações diversas e as leva a explorarem os sons, criarem seus próprios ritmos, imitar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-454"></span><br />
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<p>As crianças se sentem atraídas pelo mundo dos sons: a voz humana, uma canção cantada aos seus ouvidos, os sons da natureza, dos animais e pássaros, cantigas de ninar, músicas infantis, clássicas e contemporâneas.</p>
<p>Todo o repertório oferecido às crianças permite reações diversas e as leva a explorarem os sons, criarem seus próprios ritmos, imitar, perceber as diferenças de graves e agudos, ter direta ou indiretamente os benefícios da música.</p>
<p>Faça você mesmo com o seu filho uma experiência de musicalização:</p>
<p>• Desligue a TV e oportunize ouvir juntos deferentes músicas. Então, cante, dance e até procure relaxar com ele.<br />
• Se quiser se atrever mais, pegue materiais diversos para bater e fazer sons, acompanhar os ritmos da música! Será uma experiência enriquecedora!<br />
• Instrumentos musicais como o chocalho, reco-reco, flauta, tambor, triângulos, agogô devem ser oferecidos à criança como estímulo à aprendizagem da música, para que ela produza sons diversificados.<br />
• O silêncio também faz parte do processo de musicalização das crianças: uma superestimulação sonora também não é recomendável. É na pausa, na ausência de sons, ruídos e barulhos que a criança preserva e constrói um universo musical de qualidade. </p>
<p>Todos os objetos que caem na mão da criança magicamente se transformam em brinquedo, uma panela com uma colher de pau vira um tambor e se transforma em instrumento musical.</p>
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		<title>A matemática no cotidiano da criança</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 20:39:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá! Nosso desafio de hoje é falar sobre a importância de se trabalhar conceitos matemáticos, visando a formação de cidadãos competentes. A sociedade, sempre tão complexa, exige cidadãos capazes de organizar o pensamento, de interpretar dados e informações. Mais do que “ensinar”, cabe ao educador a preocupação de refletir “para que ensinar”. A matemática está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-449"></span><br />
<iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/4U0Mnwrq300?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Olá! Nosso desafio de hoje é falar sobre a importância de se trabalhar conceitos matemáticos, visando a formação de cidadãos competentes. </p>
<p>A sociedade, sempre tão complexa, exige cidadãos capazes de organizar o pensamento, de interpretar dados e informações. Mais do que “ensinar”, cabe ao educador a preocupação de refletir “para que ensinar”.</p>
<p>A matemática está presente no cotidiano da criança, nas atividades que realiza, nas brincadeiras e nos jogos. Pais e professores podem aproveitar esses momentos para desenvolver o raciocínio lógico, a criatividade e a capacidade para resolver problemas.</p>
<p>A criança vivencia matemática movimentando-se e manipulando objetos quando classifica, ordena, quantifica, mede, pesa e compara.</p>
<p>Essa apropriação de conhecimento pode acontecer de forma natural e prazerosa em atividades como:</p>
<p>• Construir maquetes de cidades, pontes com materiais tridimensionais.<br />
• Ouvir histórias e tirar conceitos matemáticos a partir dos seus elementos e personagens;<br />
• Classificar objetos, estabelecendo conceitos como: iguais, diferentes, poucos, muitos, grandes e pequenos;<br />
• Montar quebra-cabeça para auxiliar na capacidade da análise e síntese;<br />
• Organizar ambientes e guardar brinquedos para desenvolver noções de espaço e de conjuntos;<br />
• Formular e solucionar problemas triviais do contexto da criança, que envolvam a compreensão de conceitos simples de adição, subtração, multiplicação e divisão.</p>
<p>A compreensão da linguagem matemática começa a ser elaborada na infância. Na próxima semana, falaremos sobre a construção de brinquedos com material reciclado.</p>
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